quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Menino de 3 anos recorda vida passada...

Mais um caso entre tantos que confortam a tese reencarnacionista.
Um menino de 3 anos de idade, da região das Colinas de Golã, perto da fronteira entre a Síria e Israel, afirma que foi assassinado com um machado em sua vida passada. Ele mostrou para os adultos de sua aldeia o local onde o assassino enterrou seu corpo, e incrivelmente, eles encontraram o esqueleto de um homem lá. Ele também indicou aos adultos onde a arma do crime estava, e através de escavações, eles encontraram um machado no local.

Em seu livro, “Children Who Have Lived Before: Reincarnation Today” (Crianças que Viveram Antes: A Reencarnação Hoje), o terapeuta alemão Trutz Hardo conta a história deste menino, junto com outras histórias de crianças que aparentemente recordaram suas vidas passadas com precisão verificada. A história do menino foi testemunhada pelo Dr. Eli Lasch, que é conhecido por desenvolver um sistema médico de Gaza como parte de uma operação do governo israelense na década de 1960. O Dr. Lasch, que morreu em 2009, relatou a surpreendente história para o Sr. Hardo.
O menino pertence à etnia drusa, e em sua cultura, a existência da reencarnação é aceita como fato. Sua história, no entanto, teve o poder de surpreender sua comunidade.
Ele nasceu com uma longa e vermelha marca na cabeça. Os drusos acreditam, assim como algumas outras culturas, que marcas de nascença estão relacionadas com a morte em vidas passadas. Quando o menino tinha idade suficiente para falar, ele relatou à sua família que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça.
É um costume os adultos levarem as crianças, com 3 anos, para a casa de sua vida anterior, caso a criança recorde o local. O menino sabia em qual aldeia ele havia morado, deste modo eles foram até lá. Ao chegarem à aldeia, o garoto lembrou qual era seu nome em sua vida passada.
Os moradores do vilarejo disseram que o homem que o menino afirmava ser a sua reencarnação tinha sido dado como desaparecido quatro anos antes. Os amigos e família pensavam que ele poderia ter se perdido no território hostil das proximidades, como era costumeiro acontecer.
O menino também lembrou o nome completo do seu assassino. Quando confrontado com as alegações, o rosto do suposto assassino ficou branco, segundo Lasch, no entanto, ele não confessou o assassinato. O menino então disse que poderia levar os adultos ao local onde o corpo foi enterrado. No local, eles encontraram o esqueleto de um homem que possuía um ferimento na cabeça, que correspondia à marca de nascença do garoto. Eles também encontraram o machado, a arma do crime.
Diante desta evidência, o assassino admitiu o crime. Dr. Lasch, o único não pertencente à etnia druso, esteve presente ao longo de todo o processo.
Para conhecer mais histórias como esta, leia o trabalho do Sr. Hardo, “Children Who Have Lived Before” (As Crianças que Viveram Antes). 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

DAFA - Departamento de Assuntos da Família

1. CARAVANAS DE VISITAÇÃO A PESSOAS IDOSAS OU DOENTES
(Atividade do IETRD que funciona ininterruptamente desde 17 de abril de 1977)
No dia 06/12/2014, um animado almoço confraternativo reuniu em nossa sede os integrantes das caravanas de visitação do IETRD. São visitadas pessoas impossibilitadas de buscarem o atendimento presencial oferecido pelo Instituto: internos de várias Geriatrias e do Instituto de Amparo ao Excepcional, além de pessoas acamadas em suas residências. Todos os sábados pela manhã, atualmente, cerca de 200 pessoas  recebem a visita das equipes dos caravaneiros, que, amparados por benfeitores espirituais, propiciam aos visitados conforto (preces e leitura edificante), socorro magnético (energização de água e passes). 
Tais visitações são feitas mediante prévia solicitação ao nosso DAFA.

2. VISITAS FRATERNAS A INTERNOS DE GERIATRIAS
Pequenos grupos de colaboradores do DAFA realizam rápidas visitações mensais a instituições geriátricas.
"Estive doente e me fostes visitar...", disse-nos Jesus.



domingo, 16 de novembro de 2014

IETRD, 83 ANOS - Ciclo de palestras comemorativo

(Clique nas imagens para ampliá-las)


15/11/2014 - Moacir Araújo Lima (palestra gravada)


http://youtu.be/s7F8daZ7gqQ

"A (RE)DESCOBERTA 
DO SER" 
foi o tema abordado pelo renomado escritor e orador na tarde do dia 15/11/2014, feriado da Proclamação da República.



 

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19/11/2014 - Jason de Camargo (palestra gravada)



http://youtu.be/PCEEjnbiJl0

O prof. Jason de Camargo, 
ex-presidente da FERGS, 
discorreu sobre o tema

"EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS". 


  


22/11/2014 - Jerri de Almeida

Abordando o tema
"FILOSOFIA DA CONVIVÊNCIA", 
o historiador Jerri de Almeida,  atual presidente da Sociedade Espírita Amor e Caridade (Osório-RS), prendeu a atenção da plateia durante sua palestra sobre a ciência do bem viver e conviver. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Divaldo Franco recebe homenagem em Brasília

Apresentação do homenageado
No dia 06/11/2014, às 9h30min, foi realizada na Câmara dos Deputados em Brasília, uma solenidade especial de homenagem ao médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, oportunidade em que foi aberta a exposição “150 Anos da Presença Espírita no Parlamento Brasileiro, 1864-2014."
Oradores


A sessão especial, no Plenário Ulysses Guimarães, presidida pelo Deputado Federal Maurício Trindade, iniciou-se com a apresentação de um vídeo institucional da obra sócio-educativa “Mansão do Caminho”, de Salvador/BA, idealizada e  criada pelo homenageado e que atende, diariamente, 3200 crianças e suas famílias, em um dos bairros mais pobres daquela metrópole. O presidente da sessão expôs as razões da homenagem, discorrendo brevemente sobre a vida e obra de Divaldo Franco e destacando o seu caráter profundamente humanitário. Em seguida, a palavra foi concedida aos parlamentares Deputado Federal Colbert Martins, autor do projeto de homenagem ao médium espírita baiano, e Deputado Federal Dr. Ubiali. A seguir, outras autoridades e fizeram uso da palavra, inclusive Antonio César Perri de Carvalho,  atual presidente da Federação Espírita Brasileira.
Divaldo na tribuna
 Convidado a subir à tribuna, Divaldo Franco afirmou ser imerecida tal homenagem à sua figura e vida, segundo ele próprio, apagada e simples, de nenhum grande feito, e que, por essa razão, pedia permissão para transferir todas as honrarias ao codificador do Espiritismo, Allan Kardec, e à Doutrina Espírita em si, a quem devia a própria vida, pelo equilíbrio e alegria de viver que encontrou em suas páginas de luz. Após brilhante e comovente exposição sobre o sentido profundo da existência, o de amar e servir ao próximo, para o encontro com a paz interior, Divaldo relatou como criou o Movimento Você e Paz, dos objetivos dessa tarefa, de seu alcance e dos benefícios que já têm sido constatados na sociedade, desde a fundação desta atividade, por meio da transformação moral dos seres humanos para melhor. A sua fala foi encerrada com a emocionante declamação do “Poema da Gratidão”, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues. Na sequência, foram entregues os troféus do prêmio “Movimento Você e Paz” aos representantes de várias entidades beneméritas. (Resumo do texto de Júlio Zacarchenco;  fotos: Jorge Moehlecke).
(Clicar nas imagens para ampliá-las)

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Aptidões Inatas - mais um caso evidente de reencarnação

Aptidões inatas constituem uma das mais eloquentes evidências da lei da reencarnação. Em várias passagens do seu evangelho, Jesus refere-se à reencarnação. Vale lembrar que o Excelso Mestre disse a seus discípulos que seu primo e contemporâneo João Batista era o “Elias que haveria de vir”, ou seja, era o profeta Elias reencarnado. 
Para assistir ao vídeo, gravado em 2013, clique no link abaixo da imagem:

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Sobre o futuro do Espiritismo


Vinícius Lima Lousada[1]
“O Espiritismo é a grande niveladora que avança para aplainar todas as heresias. Ele é conduzido pela simpatia; ele é seguido pela concórdia, pelo amor e pela fraternidade; ele avança sem abalos e sem revolução; ele nada vem destruir, nada derrubar na organização social; ele vem a tudo renovar".  – Um filósofo do outro mundo[2]

Que será do Espiritismo nesses dias de pós-modernidade desvairada, de afetos líquidos, de certezas nada certas, de fidelidades transitórias à epistemologia espírita? Como se portará essa filosofia diante de escassez de sabedoria no copo transbordante de tanta informação veiculada, não raramente, superficial?
Como lidará a Doutrina dos Espíritos, no século XXI, com tamanha mídia a seu serviço nem sempre apresentando o pensamento lúcido de Allan Kardec, forjando um caráter de religião nacionalista – que o Espiritismo com Kardec nunca teve – com pregações, cânticos e rezas que parecem configurar um novo evangelismo, pouco identificado com a tradição filosófica em que o mestre inseriu a Doutrina, desde O Evangelho segundo o Espiritismo, ao apresentar como seus precursores Sócrates e Platão?
Que serão dos colóquios naturais com os desencarnados em tempos que um novo moisaísmo parece ecoar nas mentes e proibir, sem chancela alguma do ensino coletivo dos Espíritos, a arte de dialogarmos com os supostos mortos, apesar das instruções de Kardec sobre as evocações?
As pessoas solitárias não poderão chamar seus amados, domiciliados no além, para um abraço a mais, uma conversa a mais, uma elucidação sobre as leis da vida e suas consequências? Não poderá o coração em dúvida rogar ao seu benfeitor espiritual aconselhamentos enobrecedores? Até quando indagar os Espíritos sobre temas sérios, a despeito do ensino kardequiano, vai ser algo visto como coisa permitida somente para gente de nível evolutivo inencontrável na Terra?
E os médiuns, terão de esquecer que o são e recalcarão as suas potencialidades psíquicas para se ajustarem ao adestramento conduzido por alguns agentes que ignoram a pedagogia da mediunidade proposta por Kardec ou não guardam na alma qualquer vivência mais profunda com o fenômeno espírita?
Como se comportará a filosofia composta pelos Espíritos e Kardec diante da negação do diálogo e do debate que se coloca para dar lugar aos discursos “iluminados” que não suportam a dúvida e a inquietação filosófica?
O Espiritismo suportará aqueles que se creem com credenciais maiores que as de Kardec ao ponto de ignorarem a sua obra para criarem sistemas de ideias particulares e exóticas?
Mesmo que a arrogância não ouça o pensamento crítico, se faça excludente com os que se dedicam a pensar filosoficamente e venha a se dedicar a um discurso obscurantista – que promova a ignorância como virtude e achincalhe a inteligência em nome da fé cega, estigmatizando-a de vaidade –, o Espiritismo prosseguirá no ar, fazendo vibrar as fibras íntimas dos que se sentiram tocados no coração por sua filosofia, adotando-a como referência existencial.
O Espiritismo independe dos homens e das mulheres ou das instituições. É mensagem dos Espíritos à humanidade domiciliada na carne e, mesmo que o seu ensino seja proibido – algo que seus adversários desistiram, faz tempo - ele ainda existirá.
O Espiritismo está na Natureza, está no Espírito, nas leis que a vida encerra e revela em sua majestade, delineando uma ideia, a nós outros, acerca da Inteligência Suprema e de nossa própria pequenez ante à Sapiência Divina.
Será uma lástima se o saber espírita, com todo o seu potencial transdisciplinar, como ciência do infinito em permanente diálogo criativo com as leis naturais, seja encarcerado nas nossas referências religiosas do passado.
O futuro, diz o adágio popular, a Deus pertence. Mas, quero crer que os limitantes impostos ao Espiritismo pela falta de lucidez em voga se dissiparão ante o ensino progressivo e coletivo dos Espíritos que se apresentam diuturnamente à grande família humana, independente de credo, partido, questões étnicas, religião, condições econômicas ou posições ocupadas na sociedade.
O Espiritismo, com Kardec, prossegue. E o seu futuro? O mesmo dos grandes ideais: como uma fênix mitológica ressurgirá sempre das cinzas a que fora reduzido para, em novas possibilidades, renovar tudo à sua volta.
Queiram as mentes estreitas ou não, o Espiritismo prosseguirá em sua tarefa de renovação, apesar delas, sendo que os Espíritos são os seus maiores propagadores, como um dia ensinou Allan Kardec.
Construamos, enfim, uma convicção espírita na base sólida da fé raciocinada e estudemos Kardec, na fonte e em profundidade, para que através de nós o Espiritismo seja Espiritismo, com os seus princípios, desdobramentos e a lucidez que o caracteriza desde as bases kardequianas.

Fonte: http://saberesdoespirito.blogspot.com.br/


[1] Educador. E-mail: vlousada@hotmail.com.
[2] Revista Espírita, junho de 1863. O futuro do Espiritismo.

domingo, 15 de junho de 2014

Vinícius Lousada fala sobre o ensino da Doutrina Espírita

1 - Assista à entrevista recente concedida por Vinicius Lima Lousada ( vlousada@hotmail.com ) sobre o estudo doutrinário nas instituições espíritas.
É só clicar:
https://www.youtube.com/watch?v=b08gd4MIPy4&list=UUcTe6UXKYyzWE7R_vIOq1jA
2 - Assista também à palestra do Dr. Vinicius, sobre "A ética do homem de bem":
https://www.youtube.com/watch?v=gytBC9-XvNQ

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Léon Denis e o socialismo

101. Como o Espiritismo torna o indivíduo melhor?
R. Dando-lhe a verdadeira noção da vida e, portanto, a do seu destino, isto é, realizando a educação moral do homem individual e do homem social. 

102. Mas a sociologia e o socialismo modernos não fazem a mesma coisa?
R. Eles fazem, infelizmente, o contrário. O socialismo atual só vê na existência presente o que ele denomina “concorrência vital”, isto é, a luta pela vida. Essa teoria é perigosa porque consagra o materialismo, excita os apetites, desencadeia as ambições, aprova todos os atentados e conduz à anarquia. Ela visa somente o bem estar material, isto é, a vida do corpo, e não leva absolutamente em conta o destino imortal do Espírito. 

103. Como a doutrina espírita corrige esse erro do socialismo?
R. O Espiritismo demonstra ao homem que sua vida presente não é senão um elo da longa cadeia de suas existências. Por consequência, ele deve considerá-la, principalmente, sob seu ponto de vista real, o da educação da alma, e não pelas vantagens materiais que nos oferece, não podendo estas, se delas abusarmos, senão retardar nosso adiantamento e nossa verdadeira felicidade. 

Léon Denis (1846-1927), no livro “Síntese Doutrinária e Prática do Espiritismo”
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“O egoísmo, chaga da Humanidade, tem que desaparecer da Terra, a cujo progresso moral obsta. Ao Espiritismo está reservada a tarefa de fazê-la ascender na hierarquia dos mundos. O egoísmo é, pois, o alvo para o qual todos os verdadeiros crentes devem apontar suas armas, dirigir suas forças, sua coragem. Digo: coragem, porque dela muito mais necessita cada um para vencer-se a si mesmo, do que para vencer os outros. Que cada um, portanto, empregue todos os esforços a combatê-lo em si, certo de que esse monstro devorador de todas as inteligências, esse filho do orgulho é o causador de todas as misérias do mundo terreno. E a negação da caridade e, por conseguinte, o maior obstáculo à felicidade dos homens.
“O egoísmo é a negação da caridade. Ora, sem a caridade não haverá descanso para a sociedade humana. Digo mais: não haverá segurança. Com o egoísmo e o orgulho, que andam de mãos dadas, a vida será sempre uma carreira em que vencerá o mais esperto, uma luta de interesses, em que se calcarão aos pés as mais santas afeições, em que nem sequer os sagrados laços da família merecerão respeito. Pascal.”
(D’O Evangelho Segundo o Espiritismo, c. /XI, itens 11 e 12)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Reação à doação de uma moeda...

Ode à Alegria, da 9ª Sinfonia de Beethoven
 
Clique no link abaixo e veja
a reação provocada pela
doação de uma simples moeda:
 
 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Bem-aventurados os que duvidam

“Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea.”  (Espírito de Erasto in O Livro dos Médiuns, item 230)

Perdoem-me os que creem piamente, mas quem quer saber das coisas como elas realmente são precisa duvidar. Refiro-me à dúvida ativa: aquela que não descansa enquanto não encontra a própria destruição na resposta satisfatória, pois que existe a dúvida vazia, que se esgota em si mesma. Esta última é tão ou mais nociva do que a crença cega porque costuma conservar na ignorância os que com ela expressam apenas acomodação mental e uma tola vaidade intelectual.
Eliminar as dúvidas antes de acreditar, eis uma cautela indispensável ao pensador que não quer ser enganado nem enganador. Questionar nossas ideias e convicções, submetendo-as ao crivo sereno e lógico da razão, é uma providência saudável que nos pode livrar de enganos e decepções futuros.
Vivemos a chamada “Era da incerteza”, na qual a precariedade das nossas percepções foi escancarada pelos avanços das ciências psicológicas hoje imbricadas nas dimensões quânticas da “matéria mental” estudada na Nova Física. Já disse alguém – e disse bem – que só os tolos têm certezas absolutas.
Tais descobertas nos levam a concluir que toda e qualquer concepção humana nada mais é do que mera criação subjetiva, individual. Ou seja, as verdades absolutas, embora possam existir, não cabem na estreiteza da bitola mental do homem hodierno; delas, só logramos captar informações fragmentárias. Daí a necessidade de relativizarmos nossos conhecimentos e desconfiarmos de nossas certezas e crenças, para que não venhamos a ser surpreendidos entre os que se deixam enganar por ideologias equivocadas ou pelas mentiras enfeitadas com que, ainda hoje, os falsos profetas continuam explorando a credulidade fácil das multidões acríticas.
Crer sem entender é uma falta de respeito a si mesmo, uma ofensa à própria inteligência. A crença não validada pela racionalidade tende a infantilizar o espírito humano, gerando mentalidades ingênuas que são facilmente transformadas em marionetes nas mãos de exploradores inescrupulosos, ou levadas a fanatismos por “cegos que guiam cegos”.
Todavia, é fora de dúvida que a inteligência é a luz do homem e, como tal, deve ser colocada no alto para clarificar suas operações e construções mentais. Desse modo, com a luz ao velador – tal como recomendado por Jesus –, o espírito humano poderá reconstruir suas convicções e crenças sobre as bases graníticas de uma consciência amadurecida que adotou a crítica racional como instrumento de validação do conhecimento possível, sabidamente relativo.
Por paradoxal que pareça ser à primeira vista, é justamente a dúvida sistemática que nos leva à construção de uma fé robusta, raciocinante, baseada no entendimento daquilo em que se acredita em qualquer campo das realidades físicas, extrafísicas ou espirituais.
“Conheceres a Verdade, e ela vos libertará”, prenunciou Jesus. E que me perdoe o Excelso Mestre se me atrevo a proclamar uma nova bem-aventurança:
- ­“Bem-aventurados os que duvidam porque conquistarão a verdadeira fé.”
Aureci Figueiredo Martins –  aureci@globo.com

domingo, 13 de abril de 2014

Desigualdade das riquezas

“A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. É, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra e  certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades. (...)”
 
(Leia mais em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, c. XVI, it. 8)

terça-feira, 11 de março de 2014

Espiritismo no programa de Fátima Bernardes

A atriz Célia Diniz, entrevistada no programa "Encontro com Fátima Bernardes", fala sobre como enfrentou a dolorosa perda de dois seus três filhos.
Para assistir ao vídeo (postado em 29/10/2013), clique no link abaixo:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

As Religiões e o Estado laico

 
"Trouxeram-lhe um denário. E ele lhes perguntou: De quem é esta efígie e inscrição? Responderam: De César. Então lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". 
(Jesus (Mateus 22:18-21).
Não é exagero dizer que rios de sangue já correram nessa relação entre Estado e religião desde os tempos antigos. Em nome de Deus ou de deuses, muitas mortes, destruição, perseguições, torturas foram perpetradas. Das lutas pela ‘terra prometida’, supostamente ordenada por Jeová, passando pela Inquisição, até os dias atuais, quando religiões, crenças, crendices e seitas disputam entre si fatias do mercado da fé, mais e mais pessoas morrem, seja no sentido físico ou figurado.
O Estado, entidade jurídico-administrativa relativamente recente, foi criado para gerir o interesse público, coletivo, de todos, portanto, do modo mais imparcial possível e evitar que os múltiplos e diversos interesses de casta, classe, raça, gênero, crença e ideologia possam prestigiar alguns em detrimento de outros.
No entanto, estamos em plena efervescência de novas lutas pelo poder político e decisório dentro das instituições estatais. No lugar da isonomia teremos tratamentos diferenciados, caso alguém pertença a tal ou qual religião? Estamos reeditando velhos erros na espiral da história?
O Brasil, de longa e forte tradição cristã-católica, se vê confrontado com os avanços das novas ramificações de origem protestante, ao lado daquelas de matriz africana ou asiática, considerando ainda os judeus, as crenças indígenas e os islâmicos. Como estabelecer uma convivência harmoniosa e pacífica? Pelo respeito, compreensão e tolerância recíprocas!
Qual deverá ser o papel do Estado nesse delicado momento que o Brasil vive? Sem dúvida, conclamar todas as crenças, por meio de seus expoentes e representantes, para o absoluto respeito às normas constitucionais que estabelecem a liberdade de crença e culto, e o dever de cada crença ensinar a seus adeptos o respeito às outras.
A garantia de liberdade, segurança e isonomia no espaço público – missão do Estado laico – é condição inalienável para a manutenção da paz entre as diversas correntes de pensamento existentes nesse país multiétnico e multicultural chamado Brasil. Não é admissível que uma crença hegemônica seja substituída por outra com a complacência do Estado.

A ABRADE – Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo – se posiciona a favor da manutenção do Estado laico, por uma legislação que impeça o aparecimento de privilégios ou poderes de determinadas crenças sobre outras, e que as tradições e manifestações religiosas, culturais, artísticas e estéticas que fazem do Brasil esse pais colorido, sejam respeitadas e amparadas pelos dispositivos da Carta Magna de um Estado laico que atue em favor de todos e de todas. 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Victor Hugo, espírita

Clique na imagem para ampliá-la:
 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Livros Espíritas em mp3 (audiobooks)

Obras básicas em mp3, para ouvir em casa ou no automóvel:
Para ampliar, clique na imagem acima.
Mais informações no site:
http://www.illuminatiportalaudio.com/site/
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Espiritismo e Ecologia

O jornalista André Trigueiro, entrevistado,
fala sobre o tema do seu livro "Espiritismo e Ecologia".
 
 Clique no link abaixo:

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A oração dominical na voz de Andrea Bocelli

Bocelli canta o "Pai Nosso" com coro e orquestra.
(Leia uma interpretação espírita da oração de Jesus no livro "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, itens 1 e 2 do cap. XXVIII)
Para assistir ao vídeo, clique no link abaixo:

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Kardec opina

Clique na imagem para ampliá-la:

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Doutrina filosófica e moral (Kardec)

(...) O laço estabelecido por uma religião, qualquer que lhe seja o objeto, é, pois, um laço essencialmente moral, que religa os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não é somente o fato de compromissos materiais, que se quebram à vontade, ou do cumprimento de fórmulas que falam aos olhos mais do que ao espírito. O efeito desse laço moral é de estabelecer entre aqueles que une, como consequência da comunhão de objetivos e de sentimentos, a fraternidade e a solidariedade, a indulgência e a benevolência mútuas. É nesse sentido que se diz também: a religião da amizade, a religião da família.
  Por que, pois, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Pela razão de que não há senão uma palavra para expressar duas ideias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; que ela desperta exclusivamente uma ideia de forma, e que o Espiritismo não a tem. Se o Espiritismo se dissesse religião, o público não veria nele senão uma nova edição, uma variante, querendo-se, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com um cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das ideias de misticismo, e dos abusos contra os quais a opinião frequentemente é levantada.
  O Espiritismo, não tendo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não se poderia, nem deveria se ornar de um título sobre o valor do qual, inevitavelmente, seria desprezado; eis porque ele se diz simplesmente: doutrina filosófica e moral. (grifo nosso)
  As reuniões espíritas podem, pois, ser mantidas religiosamente, quer dizer, com recolhimento e o respeito que comporta a natureza séria dos assuntos dos quais ela se ocupa; pode-se mesmo ali dizer, se for possível, as preces que, em lugar de serem ditas em particular, são ditas em comum, sem ser por isto que se entendam por assembleias religiosas. Que não se creia que esteja aí um jogo de palavras; a nuança é perfeitamente clara, e a aparente confusão não vem senão da falta de uma palavra para cada ideia.
Qual é, pois, o laço que deve existir entre os Espíritas? Eles não são unidos entre si por nenhum contrato material, por nenhuma prática obrigatória; qual é o sentimento no qual devem se confundir todos os pensamentos? É um sentimento todo moral, todo espiritual, todo humanitário: o da caridade para todos, de outro modo dito: o amor do próximo que compreende os vivos e os mortos, uma vez que sabemos que os mortos sempre fazem parte da Humanidade.
  A caridade é a alma do Espiritismo: ela resume todos os deveres do homem para consigo mesmo e para com os seus semelhantes; é porque pode se dizer que não há verdadeiro Espírita sem caridade. (...)
(Extrato do discurso feito por Allan Kardec em 01-11-1868, 
publicado na Revista Espírita de dez/1868)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

IETRD 82 Anos - Ecos das palestras comemorativas

 1ª Palestra (gravada) - Para assisti-la, basta clicar no link abaixo:
Às 16h do sábado, 16-11-2013, registramos a presença de expressivo número de pessoas que vieram assistir à exposição do renomado orador Moacir Costa  de Araújo Lima que discorreu sobre
"Amor, a arte de viver".
Ao final de sua palestra, o Prof. Moacir autografou livros de sua autoria, especialmente seu mais recente lançamento, cujo título coincide com o tema abordado. 

(Clicar nas imagens para ampliá-las)
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2ª Palestra - No dia 20-11-2013 às 16h, Velocino Camargo Neto abordou o tema 
                                          "Missão Educativa do Centro Espírita"
Ressaltando o caráter instrutivo e moralizante da doutrina codificada por Allan Kardec, Velocino discorreu brilhantemente sobre a função primacial do Centro Espírita: a formação de pessoas espiritualizadas e benévolas.


 Velocino diante do auditório atento.

(Clicar nas imagens para ampliá-las)
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3ª Palestra - - Na tarde de 23-11-2013 às 16h, Jason de Camargo, ex-presidente da FERGS, discorreu sobre "O Caminho das Virtudes", título do seu livro mais recente.

Descontraído e espirituoso, Jason envolveu o auditório num clima leve e agradável enquanto falava sobre o assunto que aborda em seus dois livros publicados: a educação dos sentimentos.

Após concluir sua apreciada palestra,
Jason passou a autografar exemplares de suas produções bibligráficas.
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4ª Palestra - Em 30-11-2013, o psicólogo Luis Augusto Sombrio palestrou sobre "O Desafio da Aceitação".
Lembrando exemplos da submissão de Jesus à vontade de Deus, o orador argumentou que precisamos aprofundar o autoconhecimento aceitando-nos como seres espirituais a vivenciar fase evolutiva ainda deficitária, aceitando o próximo como ele é e, principalmente, procurando conhecer e realizar o plano de Deus em nossas vidas. 

Sombrio, iluminado, soube cativar a atenção e conquistar o aplauso das pessoas presentes no auditório do nosso pequeno Instituto, que completou seu 82º ano de existência, fundado que foi em 21-11-1931.

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AGRADECIMENTO - A diretoria do IETRD agradece aos oradores convidados, aos associados e às demais pessoas que contribuíram para a realização desde exitoso ciclo de palestras comemorativo. Agradece igualmente aos abnegados benfeitores espirituais que sempre apoiam anonimamente nossos esforços de divulgação do pensamento espírita.  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Psiquiatra recebe visita de cliente falecida

Tanatologia é uma palavra de origem grega: Tanathos - o deus da morte e logia - ciência: "Ciência da Morte e do Morrer", re-descoberta pela psiquiatra Elizabeth Kübler Ross, M.D. (1926-2004)

  Esta ciência deve ser estudada e exercitada por todos, pois diz respeito a todo e qualquer ser humano, enfatiza a criadora desta especialização médica.
  Quando começou a empregar a tanatologia com os seus pacientes terminais e suas famílias, a Dra. Ross não foi bem aceita nos hospitais onde trabalhava, nem pelos médicos (seus colegas) nem pela enfermagem. Apelidaram-na de "Dra. Urubu".
Drª. Elisabeth com uma  das
suas pacientes
   A rejeição a novos conceitos é fato corriqueiro entre os detratores e difamadores que, costumam fazer suas obras e manobras de destruição aprioristicamente, sem sequer se enfronharem no assunto com a profundidade e a aplicação requeridas pela metodologia científica.

   O orgulho e a vaidade de certos cientistas, infelizmente, em grande maioria, também é corriqueiro e normal. É só confirmar com o histórico das grandes descobertas em todas as áreas das ciências.  

              FATO INUSITADO: Visita de uma paciente já falecida (*) 
A Dra. Elisabeth Kübler Ross deu um depoimento interessante e importantíssimo, vindo de quem veio, para os autores do livro "Hello from Heaven", o casal Bill e Judy Guggenheim.Quando ainda na fase da rejeição aos seus métodos, Elizabeth estava programada para fazer uma palestra durante à tarde, no hospital onde trabalhava e mantinha o seu consultório.
Pensativa, antes de descer para ministrar a palestra, Kübler Ross resolveu desistir da tanatologia. Estava difícil: as pessoas a magoaram e não acreditavam nos seus conceitos. Acabada a sessão, a médica decidiu, sem que ninguém o soubesse antecipadamente, que iria "pendurar as chuteiras" para sempre.
Terminada a palestra, a psiquiatra pegou o elevador rumo ao seu consultório. Quando abriu a porta no seu andar, uma mulher a aguardava. Surpresa, mas sem demonstrá-lo, a tanatóloga nela reconheceu uma paciente falecida há uns dois anos.
- Boa tarde! — saudou-a a ex-paciente.
Ela respondeu à saudação e começou a andar em direção ao seu consultório.
A mulher seguia rente e, como boa cientista, a médica analisava calada e friamente a situação: a "solidez" e o calor emanado do "corpo" da paciente, o deslocamento de ar provocado pelos seus passos rápidos, os ruídos dos seus sapatos no chão, a respiração, enfim, nos momentos de silêncio que precederam a entrada das duas no consultório, a paciente foi diligentemente examinada.
- Dra. Kübler Ross, a senhora sabe quem sou eu? Reconheceu-me?
Sim, você é a Sra. "fulana de tal", falecida há dois anos.
Pois bem, sou "a fulana de tal", e mandaram-me aqui para impedi-la de abandonar o seu trabalho com os pacientes terminais e as suas famílias, como deseja. Fui muito ajudada pela senhora e pelo reverendo. A senhora não pode se furtar de oferecer o consolo e a esperança na outra vida aos que deles necessitam e a minha embaixada é neste sentido. Mandaram-me arrancar da senhora, a promessa de que não vai desistir, a senhora não pode fazer isto.
E a doutora concordou e fez a promessa. Entretanto, seu espírito científico exigiu-lhe uma prova proporcionada pela embaixatriz inusitada. E a mulher, sem titubear, pegou a caneta e o papel que a médica lhe ofereceu, escrevendo uma mensagem de agradecimento ao reverendo que ajudou a médica, dela cuidando nos últimos dias de vida e assinou o agradecimento.
Então, a mulher levantou-se, estendeu a mão à médica (a temperatura e solidez normais, um aperto de mão comum a todos os "viventes" - observou a cientista) e encaminhou-se para a porta.
A médica abriu a porta e a "cliente" passou por ela e ganhou o corredor.
A doutora fechou a porta e, imediatamente, tornou a abri-la. E não havia viv'alma no extenso corredor...
(*) Fenômeno ectoplásmico de “materialização de espírito”, estudado no Espiritismo e na Metapsíquica.

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LEMBRETE - Numa das postagens anteriores, há a uma entrevista concedida pela Dra. Ross.